Tertúlia: a escravatura, ontem e hoje
Esta quarta-feira (15.02), a (in)visível vai até ao Bartô, para um debate sobre escravaturas, o tema da próxima edição da revista. Até lá!
Esta quarta-feira (15.02), a (in)visível vai até ao Bartô, para um debate sobre escravaturas, o tema da próxima edição da revista. Até lá!
Atingimos nosso objetivo graças às vossas colaborações! Podemos dizer que o trabalho coletivo ainda existe e é um caminho alternativo para produções culturais independentes. Agora partimos para o processo de calibragem do material e a seguir enviaremos para a gráfica. Até o final do mês este processo estará feito e daremos início à distribuição da edição zero.
Um obrigado especial à você que acredita e apoia a Revista (In)visível e à equipe do Massivemov por todo apoio e suporte que nos tem dado até aqui. :)
Lembrete: Quem optou por receber a revista pelos correios, deve enviar o seu endereço para o e-mail: invisivel.revista@gmail.co
The project of “(In)visible Magazine ” was created to try to give a new perspective about themes that we called “invisible”.
The first edition was about pornography. In September of 2011 the number zero was ready. After a good review by our readers we decided it would be worth it to issue a printed edition. Since the editorial staff is composed by Phd Students, we can not come up with a sufficient funding on our own and for this reason turned to “crowdfunding”.
That way, each reader can be an active supporter to print the edition zero. Just follow the instructions on the page http://www.massivemov.com/projectDetail.php?idProjecto=73
Unfortunately the (in)visible magazine is written in portuguese (the zero edition has two articles in spanish). If you cannot read portuguese but want to help us, we are very thankful. If you cannot help with a financial contribution, you can share that information with your friends.
Share the news and help us.
Está no ar a campanha de financiamento colectivo para impressão da edição zero da revista (in)visível. Quem quiser adquirir o seu exemplar deve acessar: http://www.massivemov.com e escolher a forma adequada para colaborar.
A abolição da escravatura é, inegavelmente, um importante marco transnacional na lenta construção de sociedades mais justas. Séculos de debate culminaram na eliminação da escravatura das leis e constituições da maior parte dos países do mundo. Enquanto fenómeno, a escravatura mantém-se, todavia, como flagelo real, presente e invisível. LEIA MAIS…
Este projeto surgiu a partir do reconhecimento da falta de espaços de comunicação acessíveis a um público vasto e diferenciado que viabilizem diálogos e debates através de abordagens críticas de temas que são caros aos veículos informacionais tradicionais. O que se pode facilmente constatar é que variadas temáticas de potencial relevância social ou são tratadas de maneira superficial e limitada pelos meios midiáticos ou, quando exploradas de maneira crítica e aprofundada, não conseguem – ou não aspiram – ultrapassar os imponentes muros que separam, com eficiência, o mundo acadêmico da então chamada “realidade social”. Por outras palavras, a idéia inicial foi a de a criar um espaço horizontal de discussão onde os temas eleitos para cada edição da revista possam emergir de invisibilidades impostas tanto pela espetacularização mercantil informacional quanto pela hegemonia do saber científico. Leia mais >>
Veja a curta pornográfica de Marcelo Valadares. Um interessante ponto de partida para desconstruir o mito de uma virilidade masculina heterossexual associada, popularmente, ao futebol.
No período que antecedeu o lançamento da edição zero anunciamos que a bailarina Juliana Japiassú faria a leitura de um texto pornográfico “sem roupas”, sendo transmitida ao vivo pela Internet no dia 28.09.
O que aconteceu na última quarta-feira (28) não correspondeu à nossa publicidade. Em certa medida, aparenta tratar-se de uma publicidade enganosa.
Como explicamos pelo canal livestream da revista (in)visível no dia 28, por questões técnicas e incapacidades logísticas não conseguimos realizar as “Leituras Nuas” ao vivo. Em alternativa, gravamos um vídeo em que a bailarina Juliana Japiassú lê um texto, mas não se despe completamente.
Sem justificar nossa incapacidade de cumprir, integralmente, com o prometido, pedimos desculpas aos nossos leitores que aguardavam, ansiosamente a transmissão ao vivo pela Internet de uma nudez mais completa.
Não era nosso objetivo fazer qualquer publicidade apelativa para enganar o nosso público. A decisão de trocar o “sem” pelo “com pouca” foi entendida como recurso a uma pornografia, digamos, mais sensual, e por que não, misteriosa.
Acreditamos que o resultado não deixou a desejar.